RAE — Revista de Ativos de Engenharia
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<p>A Revista de Ativos de Engenharia, é uma publicação periódica, editada semestralmente. Pretende disseminar o corpo de conhecimento integrado das abordagens da Engenharia e da Gestão de Ativos. A linha editorial centra-se na abordagem transdisciplinar da gestão de ativos de engenharia, integrando áreas de conhecimento relacionadas com tecnologias, processos e pessoas. Tem por missão contribuir para a sistematização e desenvolvimento da gestão de ativos de engenharia, divulgando estudos apoiadas numa perspetiva alargada e focada no valor gerado a partir de diferentes tipos de ativos de engenharia. </p>Ponteditorapt-PTRAE — Revista de Ativos de Engenharia2975-8289O contributo da manutenção para os resultados da empresa. A interpretação dos fatores da função custo na manutenção. 18.º Congresso Nacional de Manutenção, 20 e 21 de novembro de 2025, Lagoas Park Hotel, Oeiras, Portugal
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<p>Vivemos num mundo cada vez mais competitivo. A sobrevivência das empresas baseia-se sobretudo em dois fatores principais - o custo e a diferenciação. Competir pelo custo significa conseguir fornecer produtos e serviços a melhores preços que os concorrentes, já a oferta de diferenciação implica o desenvolvimento das suas funcionalidades, qualidade, entrega, reputação e confiabilidade. A manutenção pode afetar tanto o custo e a qualidade, como o prazo de entrega, a confiabilidade e a satisfação dos clientes; não é, pois, de espantar que seja tão importante.</p> <p>Infelizmente, a manutenção é frequentemente encarada apenas como um “mal necessário”, um objeto de eliminação, sempre que nos debruçamos em mais uma campanha de redução de custos. Mas, em realidade, medir o desempenho da manutenção apenas pelos seus custos diretos pode levar-nos a considerar que a única otimização possível é a sua minimização e a abstermo-nos de a executar.</p> <p>O objeto do presente estudo é a abordagem da função custo na manutenção na visão mais ampla da contribuição dos fatores de esforço para os resultados da organização e a sua aplicabilidade à realidade da avaliação do desempenho e dos seus sistemas de informação envolvidos.</p>Mário José de Aguiam Coelho
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2026-06-032026-06-03Caderno de encargos para aquisição de autocarros de transportes de passageiros urbanos
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<p>No contexto atual em que os utilizadores dos transportes de passageiros urbanos são cada vez mais exigentes relativamente à qualidade dos serviços prestados, a Gestão de Ativos Físicos destaca-se como um fator de competitividade. O Caderno de Encargos (CE) é o elemento principal e onde começa o processo do ciclo de vida de um ativo e da sua gestão, pelo qua a sua correta elaboração é o elemento indispensável para aquisição de um ativo físico, bem como o acompanhamento e análise do ciclo de vida (LCA — Life Cycle Assessment).</p> <p>O Custo do Ciclo de Vida (LCC — Life Cycle Cost) de um autocarro de transporte urbano é intrinsecamente dependente da qualidade da gestão de ativos, o que se reflete na sua fiabilidade (MTBF — Mean Time Between Failures), manutibilidade (MTTR — (Mean Time To Repair) e disponibilidade (A — Availability). Há ainda outros aspetos que devem ser levados em consideração, tais como os custos de exploração (manutenção e operação), taxa aparente (taxas de inflação e taxas de capitalização) e o retorno do investimento (ROI — Return On Investment). Os aspetos precedentes terão de ter reflexo no Caderno de Encargos para que o acompanhamento do ciclo de vida deste tipo de ativos seja mais eficaz e eficiente. Adicionalmente aos aspetos anteriores, importa verter nos Caderno Encargos aspetos relativos às normas nacionais e internacionais aplicáveis, tais como as ISO 55OOX, ISO 9001, ISO 14001, ISO 15341, IS0 30001, ISO 50001, ISO 45001, ISO 25001, NP 4492, NP EN 13269.</p> <p>O presente artigo expõe uma síntese enquadradora das variáveis precedentes, através de um modelo global para Caderno de Encargos e Programa de Concurso, em particular para aquisição de autocarros de transporte urbano de passageiros, demonstrando a sua pertinência na aquisição deste tipo de ativos para as empresas de transporte de passageiros, bem como a indexação aos modelos de substituição, permitindo, deste modo, conhecer o momento mais adequado para substituir um autocarro e planear a sua aquisição através de um apropriado Caderno de Encargos.</p>Hugo David Nogueira RaposoJorge RaposoJosé Manuel Torres Farinha Torres FarinhaEdmundo Pais
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2026-05-292026-05-29