Mobile Learning: Programação Mobile MIT App Inventor – uma experiência realizada no Ensino Superior Cabo-verdiano

Main Article Content

Elizabeth Alves Andrade Barbosa
https://orcid.org/0000-0001-7308-2500

Resumo

Este artigo pretende relatar uma experiência de integração de novas metodologias de aprendizagem de programação no ensino superior, a qual foi efetivada durante o ano letivo de 2016-2017, na Universidade de Cabo Verde. Participaram neste estudo duas turmas do 1º ano do curso de engenharia eletrotécnica. Os estudantes da turma experimental utilizaram, para o efeito, diferentes aplicativos móveis para a aprendizagem de programação, o que lhes permitiu trabalhar tanto dentro como fora da sala de aula. De entre estas várias aplicações utilizadas, o MIT App Inventor destacou-se como uma ferramenta de eleição para as diferentes atividades realizadas para aprendizagem de programação, quer em regime individual, quer em dinâmicas colaborativas. No presente trabalho apresenta – se as principais utilizações desta ferramenta ao longo do referido ano letivo, na unidade curricular de “Introdução à programação” descrevendo algumas das aplicações desenvolvidas pelos respetivos estudantes, anunciando ainda outras aplicações utilizadas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Article Details

Como Citar
Alves Andrade Barbosa, E. (2022). Mobile Learning: Programação Mobile MIT App Inventor – uma experiência realizada no Ensino Superior Cabo-verdiano. E3 — Revista De Economia, Empresas E Empreendedores Na CPLP, 8(2), 135–148. https://doi.org/10.29073/e3.v8i2.598
Secção
Artigos

Referências

ANAC (2017). Indicadores estatísticos do mercado das comunicações móveis eletrónicas em Cabo Verde. Praia. Cabo Verde. Retirado de http://www.anac.cv/images/indestat1trimestre2017.pdf

Bardin, L. (2011). Análise de Conteúdo. Lisboa. Edições 70 LDA. Portugal.

Barcelos, R. J., Tarouco, L., & Berch, M. (2009). O uso de mobile learning no ensino de algoritmos. Revista Renote Novas Tecnologias na Educação, 7 (2) 1-11. Retirado de http://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/13573/14076.

GSMA (2017). The Mobile Economy Europe 2017. GSM Association. Retirado de https://www.gsmaintelligence.com/research/?file=89a59299ac2f37508b252124726a1139&download

INE (2015). Anuário Estatístico. Praia. Cabo Verde. Retirado de http://www.ine.cv/wp-content/uploads/2017/02/anuario-estatistico_cv-2015.pdf.

Moura, A., & Carvalho, A. A., (2010). Enquadramento teórico para a integração de tecnologias móveis em contexto educativo. In F. A. Costa, E. Cruz & J. Viana, I Actas do Encontro Internacional TIC e Educação- Inovação Curricular com TIC (pp. 1001-1006). Lisboa: Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

Moura, A. (2017). Promoção da literacia digital através de dispositivos móveis: experiências pedagógi¬cas no ensino profissional. In S. Pereira & M. Pinto (Eds.), Literacia, Media e Cidadania – Livro de Atas do 4.º Congresso (pp. 324-336). Braga: CECS.

TechTudo (2010). Crie aplicativos abertos para todos com o Google App Inventor. Google App Inventor. Retirado de: http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/google-app-inventor.html

Traxler, J. (2007). Defining, discussing, and evaluating mobile learning: The moving finger writes and having writ. International Review of Research in Open and Distance Learning, 2(8), 2-12.

UNESCO (2014). Diretrizes de políticas para a aprendizagem móvel. Unesco Publications: Paris. Retirado de http://unesdoc.unesco.org/ images/0022/002277/227770por.pdf

UNESCO (2014). O futuro da aprendizagem móvel: implicações para planejadores e gestores de política. UNESCO Publications. Brasília. Retirado http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002280/228074por.pdf

UniCV (2016). Plataforma Moodle. Praia: NaEaD da Universidade de Cabo Verde. Disponível em moodle.unicv.edu.cv